http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/issue/feed Revista Geama 2022-04-29T00:04:44+00:00 Prof. Dr. André Felipe Sales revistageama@gmail.com Open Journal Systems <p>A Revista GEAMA é um periódico científico em formato eletrônico aberto, com publicação quadrimestral e gratuito, voltado a divulgar contribuições originais na forma de artigos científicos, revisões de literatura e notas técnicas que sejam inéditos e com caráter relevante e inovador nas áreas das Ciências Ambientais e Biotecnologia. <strong>ISSN: 2447-0740 (Online).</strong></p> <p><strong>Periodicidade: </strong>Quadrimestral: Abril, agosto e dezembro</p> <p><strong>Qualis CAPES 2016: </strong>B3 - Ciências Ambientais; B4 – Geografia; B5 - Ciências Agrárias, Engenharias I e II e Nutrição; C: Química Ambiental.</p> <p><strong>Editor-gerente: </strong>Prof. Dr. André Felipe Sales</p> http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4949 Editorial Volume 8 (1), Abril 2022 2022-04-28T23:16:36+00:00 André Felipe de Melo Sales Santos andrefelipeufrpe@outlook.com 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4261 As incógnitas e os desafios da inclusão participativa da Governança Ambiental: uma revisão sistemática de literatura 2021-12-27T12:27:52+00:00 Naiane Gomes da Silva naiane.levy09@gmail.com Romário Nunes da Silva romario.nuness@gmail.com Horasa Maria Lima da Silva Andrade horasaa@gmail.com Luciano Pires de Andrade lucianopandrade@gmail.com <p>Em função das problemáticas ambientais, a junção da população estatal e não-estatal <br />nas tomadas de decisões em escala local, nacional e global tem-se apresentado como um <br />instrumento mitigador. Esse modelo passou a ser chamado de governança. Diante <br />disso, este trabalho teve como objetivo analisar os desafios que impõe a consolidação de <br />um sistema de governança ambiental participativo global. Realizou-se uma revisão <br />sistemática de literatura de artigos científicos publicados entre os anos 1992 e 2020 nas<br />bases de dados da Web of Science e Scielo, onde foram encontrados 57 trabalhos. Após <br />aplicação dos critérios de exclusão, restaram 12 trabalhos que se atentaram em <br />responder pergunta norteadora que moveu essa pesquisa: até que ponto a percepção <br />dos envolvidos durante o processo de governança ambiental participativa é levada em <br />conta pelos gestores públicos? Os resultados demonstraram que existem diversos <br />desafios para implementação de uma governança ambiental participativa global, já que <br />a pluralidade de interesses diverge muitas vezes das causas ambientais e que a <br />complexidade da sociedade moderna torna as políticas ambientais cada vez mais <br />incertas. O desafio dessa problemática é ouvir e compreender as pessoas sem distinção, <br />de modo que possa aproveitar o potencial da união dos envolvidos para colocar em <br />prática os planos de governança ambiental e analisar os resultados para tornar as <br />técnicas cada vez mais eficazes.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4204 Avaliação do lixo marinho nas praias do norte da ilha de São Francisco do Sul, SC 2021-09-11T22:54:00+00:00 Alessandra Pfuetzenreuter ale.pfuetzenreuter@gmail.com Celso Voos Vieira xcelsox@gmail.com <p>O Brasil possui mais de 7.400 km de extensão de linha costa, sendo que cinco das nove <br />maiores regiões metropolitanas situam-se na zona costeira. Metade da população <br />brasileira reside a menos de 200 km de distância do mar, e não possui rede de coleta de <br />esgoto ou coleta de lixo, intensificando os problemas ambientais dessas regiões. Diante <br />dessa situação, o objetivo do presente estudo foi analisar e quantificar o lixo marinho <br />nas praias do balneário norte da ilha de São Francisco do Sul, no estado de Santa <br />Catarina. O lixo marinho foi coletado em cinco pontos nas praias do Forte e do Capri, <br />com coleta em cada estação do ano. O material foi coletado por meio de varredura, <br />acondicionados em sacos plásticos e no laboratório foram secos, pesados e separados <br />nas seguintes categorias: plástico, metal, vidro, borracha, papel, tecido e outros. A <br />quantidade total de resíduos coletado em todos os pontos ao longo de um ano foi de 74 <br />kg. O material de maior ocorrência ao longo do período estudado foi o plástico, que <br />representou 50,17 % do lixo marinho coletado. A estação do ano com maior ocorrência <br />de lixo marinho foi o inverno, que representou 57,40 % de todo o material. Os pontos de <br />coleta situados em zonas de maior incidência de ondas e maior intensidade de corrente <br />longitudinal apresentaram maior quantidade de lixo marinho.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4383 Manejo de espécies vegetais invasoras em ambientes insulares: análise bibliométrica entre os anos de 2010 a 2018 na produção científica 2022-04-20T22:14:48+00:00 Kardelan Arteiro da Silva kardelan.art@gmail.com Thamirys Suelle da Silva thamiryssuelle@gmail.com Mirella Maria Nóbrega Marques mirellanmarques@outlook.com Soraya Giovanetti El-Deir sorayageldeir@gmail.com <p>Ambientes insulares são áreas geográficas cercadas por água que possuem elevada <br />biodiversidade e valor sustentável mundial. Estes locais estão sendo alterados de forma <br />negativa pela introdução de espécies exóticas invasoras, o que compromete a qualidade <br />ambiental dessas regiões. O objetivo deste trabalho é compreender e analisar a <br />distribuição destas alienígenas em ilhas na produção científica, bem como identificar os <br />potenciais impactos ambientais. Para tal, foi realizado um trabalho de revisão de <br />artigos na plataforma ScienceDirect e Web of Science por meio da sistematização de <br />etapas, como levantamento e análise dos dados qualiquantitativo, por meio do método <br />bibliométrico e utilização de software. A comunidade científica mostra-se preocupada <br />com os efeitos desta invasão, pois o número de publicações sobre a temática cresce com <br />o passar do tempo. Observa-se que são necessárias ações condizentes com os preceitos <br />da sustentabilidade, tendo em vista o comprometimento da qualidade ambiental. Os <br />países desenvolvidos possuem maior atenção do que as nações em desenvolvimento, <br />ocorrendo a necessidade de ações práticas para a erradicação e a mitigação das <br />alterações negativas. Foi possível observar que a área do conhecimento Ciências <br />Ambientais possui maior atenção sobre a temática analisada, pois existe a maior busca <br />por conservação e por preservação do meio ambiente. Conclui-se, que é necessária a <br />adoção de práticas e de ações para a erradicação e o controle destas em ilhas.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4391 Potencial Natural de Erosão e Limite de Tolerância de Perdas de Solo em Bacia Hidrográfica na Região do Brejo Paraibano 2021-08-23T20:06:29+00:00 Paulo Roberto Megna Francisco paulomegna@gmail.com Djail Santos santosdj@cca.ufpb.br Thiago Pereira de Brito tpereiradebrito@gmail.com <p>Este trabalho estimou o limite de tolerância de perda de solo (LTP) e o potencial <br />natural de erosão (PNE) da bacia hidrográfica de Vaca Brava localizada na região do <br />Brejo Paraibano utilizando técnicas de geoprocessamento e a linguagem algébrica do <br />SPRING para a modelagem dos dados. Os resultados mostraram que o LTP da classe <br />muito alta ocorreram em 95,53% da bacia estando associadas ao Argissolo e ao <br />Latossolo. O fator S apresentou maior influência ao potencial natural a erosão em <br />relação aos fatores R com 100% na classe média e K com 82,47% também na classe <br />média.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4511 Influência de antibióticos no desenvolvimento de plantas em sistemas hidropônicos 2022-02-12T03:42:06+00:00 José Arruda Biserra Neto arruda-neto@hotmail.com Edécio José de Souza Filho edecio.souza@yahoo.com.br Luiza Feitosa Cordeiro de Souza luizas@gmail.com <p>No Brasil o maior número de casos de contaminação alimentar é ocasionado por produtos químicos e biológicos, onde a contaminação química pode ser causada, por exemplo, por medicamento como os antibióticos. Os compostos com ação antibiótica podem causar alteração nos organismos envolvidos nos ciclos biogeoquímicos dos nutrientes presentes no solo ou na própria raiz das plantas. O feijão-Caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp) é uma espécie amplamente consumida no Brasil e, por isso, foi selecionada para que a interferência dos antibióticos no desenvolvimento de plantas fosse avaliada com maiores detalhes. O cultivo foi em sistema hidropônico do tipo minifloating, contaminado com quatro tipos de antibióticos diferentes (amoxicilina, cefalexina, norfloxacino e sulfametoxazol) e em quintuplicata para cada um. A solução nutriente padrão foi preparada pela mistura de sulfato de amônio (0,034 g N.L-1), cloreto de potássio (0,042 g K.L-1), super fosfato (0,042 g P2O5.L-1) e os antibióticos em 1,5 L de água. As sementes foram germinadas em água e, ao formar duas folhas foram transferidas para a solução. Foi montado um controle com a solução nutrientes e sem antibióticos. A amoxicilina provocou um aumento do comprimento da raíz, superior ao das plantas controle. Com este antibiótico as plantas desenvolveram folhas, tamanho de caule e área de folhas semelhante ao controle, enquanto a cefalexina, o norflaxacino e o sulfametoxazol atrofiaram a planta impedindo o seu desenvolvimento. Os antibióticos comprometeram o desenvolvimento do feijão-caupi causando atrofia por prejudicar a absorção de água e nutrientes. O único antibiótico a ter um desenvolvimento satisfatório da planta (amoxicilina) também causou modificações nas raízes para compensar a interferência da absorção de água e nutrientes. Desta forma, deve-se ter atenção com <br />a presença de medicamentos do tipo antibióticos ao realizar práticas de reuso de efluentes ou biofertilizantes.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4799 Modelagem fuzzy na produção de bioetanol de capim-elefante 2022-03-05T00:37:43+00:00 Emmanuel Zullo Godinho profemmanuelzullo@gmail.com Fernando de Lima Caneppele caneppele@usp.br Beatriz Sauer Vígaro de Freitas beatrizsauerv@gmail.com <p>Visando o aumento na sustentabilidade mundial, o mundo busca utilizar fontes <br />renováveis para a produção de energia e poder alterar a matriz energética mundial. <br />Uma biomassa que está se destacando é o capim-elefante para a produção de bioetanol. <br />Em virtude disso, o presente trabalho objetivou analisar os efeitos do uso de diferentes <br />temperaturas, concentração da celulase e porcentagem da biomassa na produção do <br />bioetanol a partir da biomassa do capim-elefante, utilizando modelagem fuzzy. As <br />análises dos efeitos das variáveis de entrada foram realizadas por meio de superfícies <br />tridimensionais e mapas de contorno das variáveis de saída. Tal modelagem visou <br />gerar resultados também em diversos pontos não aferidos experimentalmente, <br />possibilitando assim, analisar todos os cenários para a produção de bioetanol de capimelefante. Em geral, conclui-se, pelas observações de todos os mapas de contorno <br />gerados, que a região próxima a 41°C de temperatura, combinado com concentração da <br />biomassa entre 5 a 16% e uma concentração da celulase entre 9 a 14 FPU/g de <br />biomassa, retornando assim uma melhor resposta da variável biométrica estudada <br />(bioetanol).</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama http://journals.ufrpe.br/index.php/geama/article/view/4642 Dispersão dos Poluentes CH4, H2S e NH3 do vazadouro a céu aberto de Bom Sucesso/PB simulada pelo modelo HYSPLIT 2022-03-25T01:09:59+00:00 Erick Ferreira de Sousa efdesousa94@gmail.com Joel Medeiros Bezerra joel.medeiros@ufersa.edu.br Jessica Rafaelly Almeida Lopes jessicarafaellyalmeida@hotmail.com <p>O aumento na demanda por recursos naturais para geração de energia e produção de bens de consumo acarreta maior geração de resíduos sólidos urbanos e, consequentemente, danos à saúde humana e aos compartimentos ambientais. Devido ao local de disposição final muitas vezes não apresentar infraestrutura compatível e condições operacionais, faz-se necessário compreender a dinâmica de dispersão de tais poluentes no ambiente, decorrente tal emissão. Com isso, esta pesquisa teve como objetivo espacializar e avaliar a concentração dos gases metano (CH<sub>4</sub>), sulfídrico (H<sub>2</sub>S) e amônia (NH<sub>3</sub>) advindos do vazadouro a céu aberto de Bom Sucesso/PB, através do modelo HYSPLIT. Sendo que inicialmente, foi necessário estimar a emissão de gases mediante determinação da composição gravimétrica, permitindo contabilizar a fração orgânica, bem como estimar a taxa de emissão dos gases. Com relação à simulação da dispersão dos gases levou-se em consideração o período chuvoso e seco, considerando os dias atípicos com maior precipitação e maior velocidade dos ventos, a menor temperatura do ano e maior velocidade dos ventos, respectivamente, procurando assim analisar a máxima distância e a área de maior concentração dos gases, tais dados foram provenientes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Com isso, o regime dos ventos teve predominância da direção Noroeste, sendo possível verificar que os gases não atingem a zona urbana do município, entretanto alcançam comunidades rurais e <br />cidades próximas, diante do transporte das plumas de poluentes. Neste sentido, foi possível <br />constatar que as concentrações máximas dos poluentes são maiores no período chuvoso <br />principalmente o CH<sub>4</sub> a 6,5x10<sup>-4</sup> mg/m<sub>3</sub> e a NH<sub>3</sub> a 5,2x10<sup>-6</sup> mg/m<sub>3</sub>, enquanto H<sub>2</sub>S foi de 1,0x10<sup>-5</sup> mg/m<sub>3</sub>. Já a pluma de dispersão dos poluentes, CH<sub>4</sub>, NH<sub>3</sub> e H<sub>2</sub>S, atingem as maiores distâncias no período seco e de maiores velocidades do vento, variando de 170, 145 e 190 km, respectivamente.</p> 2022-04-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Revista Geama